O superluxo paulistano já tem imóveis com m² na faixa de R$ 100 mil e casos que chegam a ~R$ 120 mil/m², segundo a Forbes Brasil.
Isso não é “nova média” da cidade. É o topo do topo: ativos raros, em endereços específicos, que mudam a régua de comparação do mercado premium.
Os exemplos que colocam o número no mapa
Jardim Europa: casa anunciada por cerca de R$ 300 milhões, com referência de ~R$ 120 mil/m².
Itaim: cobertura anunciada por cerca de R$ 140 milhões, com referência de ~R$ 100 mil/m².
O que sustenta esse patamar
Raridade de localização e terreno em São Paulo.
Produto e assinatura: arquitetura e especificações elevam o padrão de comparação.
Demanda mais patrimonial: alta renda mais seletiva e focada em preservação de valor.
No luxo, o preço é consequência direta de escassez, endereço e projeto. É um mercado de ativos únicos.



