O litoral catarinense continua concentrando alguns dos mercados imobiliários mais caros do país. Em agosto de 2026, quatro das cinco cidades com maior preço médio de venda residencial do Brasil estavam em Santa Catarina, segundo o Índice FipeZAP.
Itapema aparece na segunda posição, com R$ 15.403/m², seguida por Balneário Camboriú, com R$ 15.343/m². Florianópolis ocupa o quarto lugar, com R$ 13.531/m², e Itajaí o quinto, com R$ 13.354/m². Vitória (ES) lidera o ranking, com R$ 15.650/m².
Preços seguem altos, mas valorização ocorre em ritmos diferentes
Nos últimos 12 meses, Florianópolis acumulou alta de 8,20%, enquanto Itajaí avançou 4,92%, Itapema 4,85% e Balneário Camboriú 2,82%. No mesmo período, o Índice FipeZAP nacional subiu 5,49%.
Os números mostram que permanecer entre os endereços mais caros do país não significa necessariamente manter o mesmo ritmo de valorização. Balneário Camboriú, por exemplo, continua entre os maiores preços médios do Brasil, mas avançou abaixo da média nacional no período.
Vale considerar que o Índice FipeZAP acompanha preços anunciados de imóveis residenciais na internet, e não necessariamente os valores finais das negociações.
O que muda para quem atua no mercado
Para corretores e incorporadoras, o cenário exige uma leitura mais detalhada de cada praça. Preço, valorização, estoque, novos lançamentos e velocidade de vendas passam a contar histórias diferentes mesmo entre cidades próximas.
Na plataforma DWV, corretores e incorporadoras acompanham lançamentos, tabelas e disponibilidade de unidades em tempo real, ajudando a entender como cada mercado está se movimentando.



