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São Paulo: metro quadrado sobe 3,7% em 12 meses e chega a R$ 12.099

Bairros de Itaim Bibi, Pinheiros e Jardins estão entre os bairros mais valorizados e reforçam por que corretores de imóveis e incorporadoras seguem de olho no mercado paulistano.

Carolina Santana

12 de agosto, 2026

São Paulo: metro quadrado sobe 3,7% em 12 meses e chega a R$ 12.099

Maior mercado imobiliário do país, a cidade de São Paulo fechou julho de 2026 com o metro quadrado médio em R$ 12.099, alta de 3,7% em 12 meses, acima do IGP-M (2,76%) e abaixo do IPCA (4,43%) no mesmo período.

Os dados são do índice FipeZAP, que analisou 718.664 anúncios de imóveis na capital paulista.

Os números do fenômeno

Na comparação mensal, o avanço foi de 0,36% e, no acumulado do ano, o m² já sobe 1,7%.

Itaim Bibi segue como o bairro mais caro da cidade, com o metro quadrado a R$ 19.990, alta de 3,9% em 12 meses. Pinheiros (R$ 18.302) e Jardins (R$ 17.833) completam o pódio.

Quem mais valorizou, porém, foi Moema: o bairro subiu 5,1% em 12 meses e chegou a R$ 16.349 o metro quadrado, a maior alta entre os bairros nobres da capital.

Vila Mariana (R$ 14.792), Paraíso (R$ 13.943), Perdizes (R$ 13.303) e Bela Vista (R$ 12.454) também figuram entre os mais caros.

Do outro lado da tabela, bairros como Santana (R$ 9.090) e Vila Andrade (R$ 8.347) seguem como opções mais em conta para quem busca imóveis na maior cidade do país.

São Paulo no cenário nacional

Apesar da alta, São Paulo está longe do topo do ranking nacional. O índice FipeZAP monitora 56 cidades — 49 delas com preços em alta em julho — e é liderado por Vitória, com o m² a R$ 15.448, a maior do Brasil, após avanço de 9,41% em 12 meses.

Itajaí (R$ 15.403) e Balneário Camboriú (R$ 15.295), no litoral catarinense, também aparecem à frente da capital paulista, reforçando o momento aquecido do litoral de Santa Catarina diante do gigante mercado de São Paulo.

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Em um mercado do tamanho de São Paulo, quem vende primeiro é o corretor que sabe primeiro.

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