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Paraná

Curitiba opera com estoque menor e decisões mais rápidas

Queda na oferta, reposição lenta e alta do m² mudam a lógica de oportunidade no mercado imobiliário da capital.

Carolina Santana

03 de fevereiro, 2026

Curitiba opera com estoque menor e decisões mais rápidas

Curitiba começa 2026 com um mercado mais enxuto. O estoque de imóveis disponíveis caiu 12% em um ano, passando de 10,9 mil para 9,5 mil unidades, reduzindo a margem de escolha, principalmente em regiões consolidadas, segunda a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná.

A reposição também desacelerou. No primeiro semestre de 2025, os lançamentos recuaram cerca de 47% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto a taxa de absorção se manteve em 31%, prolongando o efeito da escassez.

Com a oferta mais apertada, o impacto aparece nos preços praticados. Os registros de vendas mostram que o valor médio do m² vendido avançou de R$ 11.420,49 em 2024 para R$ 13.699,36 em 2025, concentrando a disputa nas unidades melhor posicionadas (Inteligência de Mercado DWV).

Leitura prática

  • Menos estoque encurta a janela de decisão.

  • Reposição mais lenta torna a escassez mais duradoura

  • Preço reage primeiro onde a oferta não acompanha a demanda

Em 2026, a oportunidade em Curitiba não está em esperar o mercado reagir, mas em entender onde a oferta já não consegue responder no mesmo ritmo da procura.

Quer dados e recortes como esses da sua região? Entre em contato com a nossa equipe e tenha uma leitura estratégica para apoiar decisão, precificação e planejamento.

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