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Santa Catarina

Faixa litorânea de SC concentra valor em pouco território e a DWV mostra por quê

Pouco território, muita demanda e um mercado que opera mais em lógica de valor do que de volume.

Carolina Santana

03 de fevereiro, 2026

Faixa litorânea de SC concentra valor em pouco território e a DWV mostra por quê

Em um território de apenas 490 km², o litoral norte de Santa Catarina concentra uma densidade imobiliária incomum. Escassez de localização e demanda constante deixam o mercado mais orientado a valor do que a volume.

Os dados de vendas registradas na DWV reforçam essa leitura. Em 2025, Balneário Camboriú, Itapema, Itajaí e Porto Belo formaram uma das faixas mais fortes do país em imóveis novos e lançamentos.

O retrato por cidade 

  • Balneário Camboriú: m² vendido R$ 21.347,17 | ticket médio R$ 2.905.172,43

  • Itapema: m² vendido R$ 14.499,95 | ticket médio R$ 1.504.822,05

  • Itajaí: m² vendido R$ 16.294,74 | ticket médio R$ 1.335.000,82

  • Porto Belo: m² vendido R$ 13.976,72 | ticket médio R$ 1.132.932,83

O ponto central para 2026 é a densidade. Quando tanto capital se concentra em pouco território, a oferta reage mais devagar e a disputa se mantém alta, principalmente nas localizações que já viraram referência.

Fonte: Inteligência de Mercado DWV

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