No cenário atual, o mercado imobiliário vive um paradoxo: nunca foi tão fácil gerar leads, mas nunca foi tão desafiador levar o cliente até o imóvel.
Com a transformação nos perfis demográficos, o setor enfrenta o desafio de converter o interesse de quem navega no smartphone em visitas presenciais.
O modelo tradicional de apresentar imóveis de grandes dimensões para quem busca autonomia está perdendo fôlego. Se você não apresenta o imóvel certo para o perfil atual, o cliente simplesmente clica no próximo anúncio.
O que mudou?
A Liderança de Florianópolis: Florianópolis consolidou-se como a capital brasileira com o maior índice de pessoas morando sozinhas, com 30,5% das residências sendo lares unipessoais.
Ranking Nacional: A tendência de lares unipessoais é um movimento nacional, mas algumas capitais se destacam no topo. Logo atrás de Florianópolis, completam o ranking: Porto Alegre (28,8%), Salvador (27,0%), Vitória (26,4%) e Goiânia (25,5%).
Fricção na Oferta: Esse crescimento, impulsionado pelo envelhecimento da população, busca por autonomia e maior mobilidade profissional, exige que os corretores identifiquem essas nuances. Oferecer o produto errado para essas novas demandas — como insistir em grandes metragens para quem busca funcionalidade — é visto como uma barreira, não como uma oportunidade de venda.
Tecnologia como aliada, não substituta
Para virar esse jogo, imobiliárias e corretores estão apostando em inteligência de dados.
A ideia é utilizar ferramentas como o mapa de imóveis da DWV para identificar padrões de perfil e entregar contatos muito mais qualificados. Mas a tecnologia sozinha não faz milagres: os primeiros minutos após o contato são decisivos.
Quem usa a inteligência de dados para responder primeiro e com a oferta certa para cada perfil regional ganha a atenção do mercado.



