Londrina entrou de vez no radar do mercado imobiliário.
Não por especulação, mas por um conjunto de indicadores que se reforçam ao mesmo tempo: geração de emprego, crescimento populacional e preço ainda competitivo frente às grandes capitais.
Para o corretor, entender esse movimento — e saber traduzi-lo em argumento na hora da venda — é o que separa quem só mostra imóvel de quem vira referência na região.
O que os números mostram
581.382 habitantes em Londrina (IBGE, 2025)
6.577 vagas formais abertas em 2025 — o melhor resultado entre cidades do interior do Sul
R$ 5.801/m², alta de 8,12% em 12 meses (+1,30% só até maio de 2026)
Brasil vendeu 426,2 mil unidades em 2025, R$ 264,2 bilhões — e o Norte do Paraná pegou parte dessa curva
Novo Minha Casa Minha Vida (2026): financiamento até R$ 600 mil, 10% ao ano, 35 anos
Por que isso importa para quem vende
Por trás dos números, a lógica é simples: demanda real, não especulação. Emprego formal, população crescendo e preço ainda competitivo puxam tanto quem quer morar quanto quem quer investir.
Esse é o tipo de ciclo que separa o corretor que só mostra imóvel do corretor que vira referência.
Quem sabe explicar por que Londrina está se movendo — com qual dado, em qual bairro, para qual perfil — deixa de ser vendedor e passa a ser conselheiro estratégico.
A rede que coloca o dado na sua mão
A DWV é a melhor forma de conectar corretores com incorporadoras e corretores com corretores.
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Incorporadoras que miram o Norte do Paraná encontram na DWV a empresa para lançar produtos imobiliários com distribuição imediata para uma rede nacional de corretores ativos.



